quarta-feira, 3 de março de 2010
É hoje!
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Etiquetas: Cinema, Estados de alma
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Colado em mim! (Filmes da minha vida)
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Etiquetas: Cinema, coisas minhas
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Sunday@movies (continuação)
"Girls are taught a lot of stuff growing up: if a boy punches you he likes you, never try to trim your own bangs, and someday you will meet a wonderful guy and get your very own happy ending. every movie we see, every story we're told implores us to wait for it: the third act twist, the unexpected declaration of love, the exception to the rule. but sometimes we're so focused on finding our happy ending we don't learn how to read the signs. how to tell the ones who want us from the ones who don't, the ones who will stay and the ones who will leave. and maybe a happy ending doesn't include a guy, maybe it's you, on your own, picking up the pieces and starting over, freeing yourself up for something better in the future. maybe the happy ending is just moving on. or maybe the happy ending is this: knowing after all the unreturned phone calls and broken-hearts, through the blunders and misread signals, through all the pain and embarrassment... you never gave up hope."
Gigi (He's not that into you)
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Etiquetas: Cinema, Pessoas que sabem do que falam...
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Ainda os há...
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Etiquetas: Cinema, Estados de alma
domingo, 25 de janeiro de 2009
E depois...
O filme peca apenas por falta de ainda mais emoção e entrega... Só por isso!
*ainda a propósito do Benjamin Button
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
The curious case of Benjamin Button
"For what it's worth, it's never too late, or in my case too early - to be whoever you want to be. There's no time limit; stop whenever you want. You can change, or stay the same - there are no rules to this thing. We can make the best or the worst of it. I hope you make the best of it. I hope you see things that startle you. I hope you feel things you never felt before. I hope you meet people with a different point of view. I hope you live a life you're proud of. If you find that you're not, I hope you have the strength to start all over again."

Eu gostava de escrever algo que fizesse jus a este filme.
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Etiquetas: Cinema, Coisas de gente grande, introspecções
domingo, 11 de janeiro de 2009
The Changeling
Esta é sem dúvida das melhores interpretações de sempre da Angelina Jolie, está perfeita no papel de Christine Collins!
The Changeling de Clint Eastwood conta a história (real) de uma mãe cujo filho desapareceu em Los Angeles dos anos 30 quando reinava a corrupção e a descrença nas forças policiais. A luta desta mulher, a forma como enfrentou todo o sistema e a sua esperança fazem deste, um filme com doses de suspense e drama muito bem alcançado.
Se a tudo juntarmos um John Malkovich ávido de justiça e determinado a descobrir o que de facto aconteceu a Walter Collins, temos os ingredientes necessários para um forte candidato aos óscares. Pelo menos a nomeação dos Globos de Ouro para Angelina Jolie na categoria de Melhor Actriz já lá mora!
Publicada por V. Teles Fernandes à(s) 17:18 1 comentários
Etiquetas: Cinema, Partilhas que podem ser partilhadas...
domingo, 4 de janeiro de 2009
Os filmes de 2008... (adenda)
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sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Os filmes de 2008...
Então cá vão:
É só voltar aqui e reler a minha opinião:
Também no mesmo mês escrevia :
Eu que julgava que ia ver um simples western (género que nem sequer aprecio), vi um filme impregnado de lirismo, de homenagem aos valores morais, com personagens densas e bastante credíveis.
Um filme onde o absurdo se cruza muitas vezes com a realidade, pondo-nos a questionar até que ponto não nos vemos retratados numa ou outra personagem.
A tudo isto, se acrescentar a interpretação do Brad Pitt, posso ficar a horas a falar sobre o filme.
Até o título é pouco sugestivo mas desenganem-se.
É um filme tocante, contado por alguém que conhece as crianças na perfeição. A necessidade de identificação com os seus pares, as dificuldades que se atravessam nessa mesma busca. Com uma inocência típica deste círculo, os sonhos vão-se mantendo a salvo e é aqui que reside a magia desta estória.
Vejam!
Mais um de Nanni Moretti. Sou suspeita a falar porque o adoro, mas o que é facto é que é impossível ficar indiferente às interpretações deste senhor...Quem não se lembra do Quarto do Filho?
Aqui mais uma vez se revisita as questões da dor associadas à perda e morte.
E o título diz tudo. Com uma capa de naturalidade e aparente calma, o dia-a-dia vai sendo vivido sem se dar conta das transformações internas.
É um hino ao amor e às relações improváveis mas não impossíveis que se podem criar em cenários de vida como este.
E pronto, eis a lista de 2008.
Posso dizer que 2009 promete em relação a bons filmes esperados.
Já vi algumas grandes produções aguardadas e fiquei deveras bem impressionada. Mas disso falo mais logo!
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domingo, 14 de dezembro de 2008
Love it all
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Etiquetas: Amores, Cinema, introspecções
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Body of Lies
Aqui há tempos, deparei-me na Fnac, Worten e afins com uns packs de 3 filmes com os actores mais badalados da cena holywoodesca - Scarlet Johansson, Brad Pitt e estou em crer que também por lá havia um pack Leo diCaprio.
Pois bem, se quisessem fazer mais coisas destas por géneros de interpretações poderiam reunir num novo pacote Blood Diamond, The Departed e este Body of Lies. O Leozinho no mesmo registo comum aos 3 filmes!
Ele é um agente CIA especializado no Médio Oriente e cuja missão é o desmantelamento de células terroristas. Obedece às ordens de Ed Hoffman, homem execrível interpretado por Russel Crowe (actor de quem nem gosto muito) mas que desta vez está muito confortável no seu papel.
Neste género de thriller e tendo em conta a contextualização política, este é um filme que até cumpre, muito embora misture com considerável displicência elementos reais com pura ficção. Como é que em qualquer lugar, seja o deserto ou cidades completamente destruídas pela guerra, Roger Ferris (Leo DiCaprio) consegue usar o telemóvel sem qualquer dificuldade?
E como li numa outra crítica, se a vigilância aérea que se faz é tão nítida como nos mostram no filme, como é possível que na realidade se confundam escolas e hospitais com armazéns de armamento?
De destacar a interpretação de Mark Strong que eu fiz questão de jurar a pés juntos, tratar-se de um irmão de Andy Garcia. Não é mas o seu desempenho é de longe, o melhor da estória.
Publicada por V. Teles Fernandes à(s) 13:25 1 comentários
sábado, 15 de novembro de 2008
Eva Green
Eu entendo porque é que em 46 anos de história, esta foi a única mulher que o Bond amou. Juro que sim...
A mulher é uma musa.
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Etiquetas: Cinema, divagações, Opiniões
OO7 - Quantum of Solace
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Etiquetas: Cinema, e no limite... é música.
A vida secreta das palavras
Um dia destes ganho coragem.
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Etiquetas: Cinema, divagações, Estados de alma, MY mistake
domingo, 2 de novembro de 2008
Another one
Publicada por V. Teles Fernandes à(s) 02:14 0 comentários
Etiquetas: Cinema, Estados de alma
domingo, 12 de outubro de 2008
Burn After Reading
- O Brad Pitt está a envelhecer lindamente.
- O George Clooney já está um velho bonito.
- O John Malkovich continua um grande actor.
Publicada por V. Teles Fernandes à(s) 16:47 1 comentários
Etiquetas: Cinema
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Finalmente...
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Etiquetas: (Re)descobertas, Cinema, Partilhas que podem ser partilhadas...
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Confirma-se
Publicada por V. Teles Fernandes à(s) 20:03 0 comentários
Etiquetas: Cinema, introspecções
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Para sempre no jardim
“You know that point in your life when you realize that the house that you grew up in isn't really your home anymore? All of the sudden even though you have some place where you can put your stuff that idea of home is gone. (...) You'll see when you move out it just sort of happens one day one day and it's just gone. And you can never get it back. It's like you get homesick for a place that doesn't exist. I mean it's like this right of passage, you know. You won't have this feeling again until you create a new idea of home for yourself, you know, for you kids, for the family you start, it's like a cycle or something. I miss the idea of it. Maybe that's all family really is. A group of people who miss the same imaginary place.”
Zach Braff as Andrew Largeman
in Garden State
Publicada por V. Teles Fernandes à(s) 02:10 0 comentários
Etiquetas: Cinema, Estados de alma



