Alguém que diga a esta senhora que a senilidade é um problema muito sério...
É que esta mostra, de arte e de beleza tem muito pouco.
E tenho dito.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Cruz credo!!!
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Balanços Musicais
Este ano, este rapaz antecipou-se -me e elegeu aqueles que foram para nós (porque eu concordo em absoluto) os melhores álbuns de 2009. Aqui.
Obrigada Renato, por me poupares o trabalho!!
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Um grande lol
Eu não ouço por hábito a Comercial. Podia ter voltado a fazê-lo uma vez que descobri neste vídeo antigos colegas da faculdade e claro está, o Markl a quem acho alguma piada.
A música do Pingo Doce é de cortar os pulsos mas esta readaptação até que foi bem conseguida.
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domingo, 1 de novembro de 2009
From Humbug with love!
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domingo, 4 de outubro de 2009
David LaChapelle
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domingo, 25 de janeiro de 2009
E depois...
O filme peca apenas por falta de ainda mais emoção e entrega... Só por isso!
*ainda a propósito do Benjamin Button
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Fuck off the industry!
Por favor expliquem-me como uma série tão intensa, tão cheia de glamour, com interpretações tão boas, com Wendy's, Nico's, Victory's, Kirby's e Joe's da vida pode ser simplesmente votada ao esquecimento??
Como é que nesta porra de indústria o que prevalece são as audiências e séries como o CSI e Grey's Anatomy ficam no ar anos e anos, season após season e outras, mais inteligentes, mais refinadas, menos lamechas e chatas duram apenas 1 ou 2 temporadas?
Vi o último episódio descarregado da net e achei que as cenas finais eram delírio provocado pelo sono... O rewind dos melhores momentos dos personagens, os seus destino praticamente forçados...
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Ficamos tristes...
Ninguém deveria partir aos 39 anos. Tinha de ser proíbido!
Lembro-me do João Aguardela nos anos 90, dos Sitiados e da Vida de Marinheiro. Como a maioria da minha geração, também cantei e gravei cassetes com músicas dele.
Soube hoje que morreu de cancro. Continuo a achar que devia ser proíbido.
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domingo, 28 de dezembro de 2008
250º post (último do ano) com prolongamento até dia 31
Então que hoje dia 28 de Dezembro (Parabéns Prima, Parabéns Joana) em que faltam apenas 5 dias, começo a fazer a minha retrospectiva deste meu 2008.
Dos anos mais intensos, mais ricos, melhores vividos até hoje.
Hoje e antes de passar a qualquer tipo de reflexão mais profunda, apresento-vos o meu panorama musical de 2008:
Sem qualquer ordem, aqui vai:
Lykke Li, a menina sueca que me faz cantar todas as músicas do seu álbum - Youth Novels apresentou-se no início deste mês em Lisboa num concerto que de certeza me vai ficar na memória.
Vampire Weekend com álbum de estreia homónimo de mais uns meninos de Brooklin. Foram-me apresentados logo no começo deste ano e desde aí nunca mais os larguei. Deram um concerto muito bom no Optimus Alive! deste ano.
Cut Copy e In Ghost Colours. Quanto a mim, das melhores coisas do ano. Vi-os no Sudoeste e dançei, cantei e rendi-me.
Fat Freddy's Drop e o meu Verão. Adoro o último álbum mas o concerto no Pavilhão dos Lombos não retratou minimamente a qualidade da banda.
MGMT - Oracular Spectacular.
Impossível ficar indiferente ao single de estreia - Time to Pretend. Tocaram também no 1º dia do Optimus Alive! deste ano mas curiosamente, o concerto deixou muito a desejar.
Hercules and Love Affair e álbum homónimo. Das coisas mais dançáveis deste 2008. O empréstimo da voz de Antony Hegarty ao projecto é sem dúvida uma mais valia.
SantoGold. Digam o que disserem mas ela é foi das revelações deste ano. Comparações à M.I.A. são praticamente inevitáveis mas ainda assim, tem muito valor.
The Killers. Como é do conhecimento geral, é a minha banda. Acima de tudo, é por isso que configuram nesta lista. Com este Day & Age tenho uma espécie relação amor/ódio. Tanto adoro muitas das canções do álbum como há algumas pelas quais nutro a mais profunda indiferença.
Bloc Party e Intimacy. Constam também desta lista pelas mesmas razões que os The Killers. Este 3º álbum é bom, mas nada de espectacular.
Bom, podia aqui desfilar mais nomes: Ladyhawke, Beth Rowley, Coldplay, Kings of Leon, Hadouken, Does it offend you yeah?, Fleet Foxes...
No panorama tuga poderia falar dos Deolinda, da Rita Redshoes, de Foge Foge Bandido do Manuel Cruz e de algumas colaborações entre artistas do projecto UPA, caso de J.P. Simões e Rodrigo Leão bem como Mariza e Boss A.C.
Para 2009 aguardo com expectativa os novos álbuns de Franz Ferdinand, Lily Allen, Antony and The Johnsons e Andrew Bird (muito embora estes últimos já circulem aí pela net).
Este post continua. Amanhã com os filmes e séries deste meu ano.
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Body of Lies
Aqui há tempos, deparei-me na Fnac, Worten e afins com uns packs de 3 filmes com os actores mais badalados da cena holywoodesca - Scarlet Johansson, Brad Pitt e estou em crer que também por lá havia um pack Leo diCaprio.
Pois bem, se quisessem fazer mais coisas destas por géneros de interpretações poderiam reunir num novo pacote Blood Diamond, The Departed e este Body of Lies. O Leozinho no mesmo registo comum aos 3 filmes!
Ele é um agente CIA especializado no Médio Oriente e cuja missão é o desmantelamento de células terroristas. Obedece às ordens de Ed Hoffman, homem execrível interpretado por Russel Crowe (actor de quem nem gosto muito) mas que desta vez está muito confortável no seu papel.
Neste género de thriller e tendo em conta a contextualização política, este é um filme que até cumpre, muito embora misture com considerável displicência elementos reais com pura ficção. Como é que em qualquer lugar, seja o deserto ou cidades completamente destruídas pela guerra, Roger Ferris (Leo DiCaprio) consegue usar o telemóvel sem qualquer dificuldade?
E como li numa outra crítica, se a vigilância aérea que se faz é tão nítida como nos mostram no filme, como é possível que na realidade se confundam escolas e hospitais com armazéns de armamento?
De destacar a interpretação de Mark Strong que eu fiz questão de jurar a pés juntos, tratar-se de um irmão de Andy Garcia. Não é mas o seu desempenho é de longe, o melhor da estória.
Publicada por V. Teles Fernandes à(s) 13:25 1 comentários
sábado, 15 de novembro de 2008
Eva Green
Eu entendo porque é que em 46 anos de história, esta foi a única mulher que o Bond amou. Juro que sim...
A mulher é uma musa.
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quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Welcome Mr President
"Se ainda há alguém que duvida que a América é o lugar onde todas as coisas são possíveis, que questiona se o sonho dos nossos fundadores ainda está vivo, que duvida do poder da nossa democracia, teve esta noite a sua resposta"."Há muito que se anuncia, mas hoje, por causa do que fizemos esta noite, nesta eleição, neste momento definidor, a mudança está a chegar à América".
(excerto do discurso de vitória de Barack Obama)
São apenas palavras, mas toda esta campanha eleitoral foi no mínimo inspiradora.
A um mundo inteiro esperançado, cabe dizer:
We hope so...
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terça-feira, 16 de setembro de 2008
Portugal...
...pelos olhos de Miguel Esteves Cardoso
http://video.google.com/videoplay?docid=-3506394389164430543&ei=6puqSNwEk6LYAsGckPYB&q=o+portugal+de+miguel+esteves+cardoso
Poooiiisss!
Publicada por V. Teles Fernandes à(s) 12:20 1 comentários
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domingo, 29 de junho de 2008
Mais uma (experiência)
Ainda no outro dia dizia que a minha vida é um corropio de experiências.
Este tem sido um ano pródigo no que lhes diz respeito.
Ontem, quase que por acaso, surgiu a oportunidade de conhecer os bastidores de produção de um programa de televisão. Talvez um daqueles que tem mais audiência, o Dança Comigo!
É impossível ficar indiferente à máquina que está por detrás de um programa desta envergadura. Ainda para mais, tratava-se da final e tudo estava milimetricamente organizado: as estradas do público, dos convidados dos concorrentes, os intervalos, as possíveis soluções em caso de erro. Fascinante!
Bem sei que como produto final, o D.C. quase que roça o popularucho mas enquanto trabalho audiovisual é de qualidade inquestionável.
Depois do programa terminar, uma das finalistas dizia-nos: "É engraçado como somos colocados numa situação limite a que temos de dar resposta. Neste processo somos confrontados com o nosso eu, com a nossa essência, com a nossa postura de vida e de repente, tudo cá dentro abana. Foram 3 dias de enriquecimento acima de tudo pessoal. Hoje conheço-me um bocadinho melhor... e já dou um pouco mais de espaço ao erro."
Carla foi um prazer conhecer-te!
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quinta-feira, 5 de junho de 2008
Fascínios
Mas é que com a Bimby até me apetece!!
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quinta-feira, 27 de março de 2008
(Re)formulações
Num outro dia (leia-se ontem) confessei que tenho de alargar um pouco mais os meus horizontes cinematográficos.
Talvez devesse mudar um bocado o sentido da coisa e assumir que tenho de deixar de ser tão fundamentalista (sim, também o sou) e não descartar/pôr de lado obras e produções só porque à partida, a associação que faço ao nome dos autores me desagrada.
Tal como o Juno me soava a nada (e nada de vazio mesmo), este No dia em que fugimos tu não estavas em casa do Alvim não me despertou interesse nenhum.
Peguei nele só porque achei o título sugestivo mas quando vi que era ele o autor pensei: "mas este gajo lá escreve alguma coisa?" E surpresa das surpresas... escreve pois! Com sentido e muito sentimento até!
Realmente isto de se rotular (seja o que e quem for) não traz nada de bom, quase sempre te enganas quanto aos pseudo-julgamentos que fazes e cedo ou tarde tens surpresas. A questão é que, algumas são boas outras más.
Daqui por diante garanto que vou ser mais "open mind", devo ganhar muito mais assim, aprendo a selecionar, mas uma coisa é certa, Paulo Coelho, Nicholas Sparks e Margarida Rebelo Pinto (a nível de livros - sim, nem ouso incluí-los na classe literária), música tipo Rise Up, Love Generation, Whine Up e filmes como 27 dress, Air Force One e outros que tais estão definitivamente confinados à minha black list.
Que me perdoe quem goste e bem sei que gostos não se discutem, mas não consigo reconhecer-lhes qualquer qualidade.
Publicada por V. Teles Fernandes à(s) 15:20 0 comentários
Etiquetas: Opiniões