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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

E com o mote do Facebook...

Vânia gosta dos dias de semana preenchidos e dos fins de semana livres. Não se importa de trabalhar 12 horas seguidas de 2ª a 6ª desde que sábado e domingo sejam passados a fazer nenhum.
Vânia está a pagar pelos erros cometidos num passado não muito distante, tomou decisões de merda e agora está em fase de "damage control".
Vânia aprendeu. E hoje em dia pensa no futuro mas vive o aqui e o agora.
Vânia detesta clichés. Porém usa-os com frequência.
Vânia afasta-se da estagnação. Inventa sempre coisas novas para que o cérebro funcione.
Vânia gosta de boa música. E de pessoas que gostem de boa música.
Vânia é viciada em séries. Adora passar tardes a consumi-las.
Vânia tem na cozinha uma das suas terapias. Recebe os amigos em casa e cozinhas para eles.
Vânia é uma apaixonada. Mas de há uns tempos a esta parte é mais comedida na expressão dos seus sentimentos.
Vânia é casada. Assim se sente desde que "O" Pedro entrou na sua vida.
Vânia tem em 2 ou 3 amigos o seu grande suporte. Felizmente tem ainda mais amigos mas só faz chegar a informação aos mesmos depois de ter as coisas como certas.
Vânia aprendeu que confiança é um conceito muito lato e passível de ser interpretado pelos demais de forma bastante errada.
Vânia protela bastante as coisas. Dá demasiadas chances a si própria e aos outros.
Vânia já não se ilude com as pessoas. Ou pelo menos julga que não.
Vânia é de decisões radicais. Pensa muito antes de as pôr em prática mas depois de tomadas quase sempre são irreversiveis.
Vânia evita dar espaço ao arrependimento. Outrora viveu em estado permanente de...
Vânia gosta de escrever. Fá-lo cada vez menos.
Vânia adora a família. No entanto é mais feliz longe deles.
Vânia não gosta de dar satisfações. Julga que por o ter feito, muito do que disse caiu em descrédito.
Vânia é uma sonhadora nata. Mas agora já sabe que até os sonhos têm tempo e espaço marcado.
Vânia prefere pequenas conquistas em vez de grandes desilusões. E descobriu uma forma de as conseguir.
Vânia não é perfeita mas quer ser uma pessoa melhor.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Ânsias...



Less than a week...

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Erase&Rewind


Um ano a sonhar...

Um ano a buscar-me...

Um ano a querer...

Um ano a desbravar...

Um ano a reconquistar...

Um ano a descobrir-me nos outros...

Um ano a mudar...

Um ano disto e muito mais;

250 posts em 2008!!

Venham mais estórias, mais músicas, mais filmes, mais concertos, mais viagens, mais projectos, mais momentos, mais entregas, maiores PAIXÕES!*

*Eu cá estou para os receber.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Perguntei-lhe no auge dos meus infantis 26 anos:

Le Science des Rêves
- Amas-me?

- Um bocadinho.

- Mereço mais.

- Cresce exponencialmente...

- À razão de quanto por quanto?

- Doçura e mimo.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Finalmente...




























... em plena posse da possibilidade de ver, rever, espreitar, carregar no pause, no rewind, mas nunca no forward deste magnífico e tocante filme.
Paguei o couro e o cabelo mas o dvd é MEU!!
É a relíquia da minha colecção. Sorrisos??

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Teve de ser

Não há registo fotográfico mas as aventuras de Chi-Chi, Jojó e Vavá culminaram com um JÁ CHEGA!!*


*não consigo mais suportar-vos.

Pelo menos no Meco...

By the way, porque não fomos nós para Tarifa?

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Goa

Lembro-me hoje da minha 1ª viagem...

Tinha 5 anos e a minha mãe quis ir a Goa. Decide que me leva com ela e embora não consiga precisar, só pode ter havido uma intensa preparação psicológica para esse mês que passei do outro lado do mundo.

Cá deixámos o meu pai e a minha irmã ainda bebé. Ainda me vejo mínima a despedir-me deles no aeroporto e a embarcar no avião da Lufthansa pela mão de mi madre. Fizémos escala em Frankfurt e um dia depois aterro numa cidade completamente diferente - Bombaim.

Tudo era estranho: as pessoas, as ruas sujas, os cheiros que não conseguia identificar... No entanto nada disso me parecia interessar. A tal preparação psicológica funcionou na perfeição e eu ainda que criança, estava bem ciente ao que ia: conhecer os meus antepassados e origens.

A casa do meu tio-avô ficava numa das ruas mais movimentadas da cidade. Era uma cave pequena que albergava 5 pessoas, uma delas a minha bisavó, a única que conheci. Não percebia patavina do que ela me dizia mas consigo discernir cada ruga do seu rosto e o sorriso que rasgava de cada vez que eu protagonizava um disparate qualquer.

Lembro-me ainda de visitar a escola onde a minha tia dava aulas, com turmas gigantes uma vez que os professores escasseavam...

E foi aqui que me raparam o cabelo... Porquê? Porquê? Piolhitos, claro está.

Embarque até Goa.

Mais familia à nossa espera. Embora aqui as memórias não sejam tão precisas, há coisas que se me estão coladas à pele como por exemplo as lágrimas que rolaram na minha face quando conheci o meu avô, de andar com ele de bicicleta ou de tirar chicletes dos frascos lá da barraca que ele tinha junto ao porto.

Ainda me sinto pequena ao imaginar a casa dele, com pé direito gigante e as ventoinhas no tecto. A vaca no quintal e o leite fresco pela manhã eram o símbolo de Pangim perdida no tempo.

Corre-se-me o vento na cara e invade-me uma liberdade ao lembrar-me da moto que me levou a uma das praias mais bonitas da região... qual postal!!

Não vejo o meu primo Sean desde essa altura em que eu catraia, armada em cantora, desfilava todos os hits daquele tempo e quando me calava, lá o ouvia dizer: Sing a song. - algo a que eu respondia prontamente com um pinipon. Sim, sim... eram os bonecos sensação da minha infância. Associação feita obviamente, pela rima.

Subir as escadas da igreja do Bom Jesus e visitar o túmulo de São Francisco Xavier and wondering myself como era possível o corpo do senhor se manter em tão bom estado de conservação...

A água de coco!! A casa de férias de família onde coubemos tantos de nós...

A tia Felicidade e as bolachas que nunca mais comi iguais...



Tanta e tanta coisa que guardo comigo como religiosas lembranças de um regresso ao passado. Ainda que com 5 anos, o sentido de responsabilidade foi em proporção suficiente para o que se cumpriu.
Agora 20 anos depois, o desejo é de lá voltar assim que possível. Talvez haja uma nova leitura a fazer-se da também, MINHA TERRA!

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Mas hoje foi muito bom!

And we'll collect the moments one by one
I guess that's how the future's done...

Passo a passo e como me disseste:


Um dia chegamos lá!!

domingo, 29 de junho de 2008

Mais uma (experiência)

Ainda no outro dia dizia que a minha vida é um corropio de experiências.
Este tem sido um ano pródigo no que lhes diz respeito.

Ontem, quase que por acaso, surgiu a oportunidade de conhecer os bastidores de produção de um programa de televisão. Talvez um daqueles que tem mais audiência, o Dança Comigo!
É impossível ficar indiferente à máquina que está por detrás de um programa desta envergadura. Ainda para mais, tratava-se da final e tudo estava milimetricamente organizado: as estradas do público, dos convidados dos concorrentes, os intervalos, as possíveis soluções em caso de erro. Fascinante!
Bem sei que como produto final, o D.C. quase que roça o popularucho mas enquanto trabalho audiovisual é de qualidade inquestionável.

Depois do programa terminar, uma das finalistas dizia-nos: "É engraçado como somos colocados numa situação limite a que temos de dar resposta. Neste processo somos confrontados com o nosso eu, com a nossa essência, com a nossa postura de vida e de repente, tudo cá dentro abana. Foram 3 dias de enriquecimento acima de tudo pessoal. Hoje conheço-me um bocadinho melhor... e já dou um pouco mais de espaço ao erro."

Carla foi um prazer conhecer-te!

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Pieces of me



Como a minha vida é feita de experiências várias,

logo à noite estarei no Delmare Café a servir copos aos demais.

Apareçam!

sexta-feira, 14 de março de 2008

Lisboa com olhos de ver...



Faço este trajecto há tanto, tanto tempo. Passeio-me por estas ruas vezes e vezes sem conta e nunca parei para perceber a real atmosfera que rodeia esta cidade. Passeava-me por lá com a música a tocar no meu ouvido, enquanto os turistas fotografavam amostras da nossa história. E porque não fazer eu o meu próprio banco de imagens? - pensei eu. E foi este o resultado. Fragmentos da minha cidade, por sinal cheia de encanto.
Obrigada ao(s) meu(s) acompanhante(s)